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Sobre o blog


Eu até queria ter uma história bonita, com roteiro e tudo, para contar como essa coisa toda de escrever começou, mas tenho não. Foi tudo assim – sem planejar. Esses dias, lembrei que, quando eu era criança, meu lugar preferido na escola era a biblioteca, e eu passava a semana inteira esperando quarta-feira, que era o dia de pegar livro. Devorava tudo no primeiro dia e depois ia ler o dicionário. Pode isso? Deve ter sido aí que começou minha história de amor com o mundo das palavras. Meio sem querer, elas foram borrando o papel, virando rascunhos, virando poema, virando história, virando uma missão. E essa coisa toda de publicar o que eu escrevia, que parecia uma baita utopia para uma simples garotinha do interior que se sentia totalmente incapaz, só veio depois de uma porção de tempo juntando coragem (e bota coragem nisso), com um bocado de amigos de coração lindo na maior torcida. É que não sou jornalista, nem escritora, nada disso. Não exija muito de mim – sou uma imperfeita aprendiz. Aliás, sou uma quase engenheira civil, em um mundo com mais números que palavras. Mas sabe o que me moveu? A chance de meus rabiscos mudarem a vida de alguém nem que fosse por 1 segundo. Porque apenas dou vida ao que o Arquiteto do Universo já escreveu há muito tempo – e todos os textos nascem de conversas com Ele. Eu quero que você se sinta em casa, eu quero que você sente, eu quero que você não vá embora sem tomar uma boa xícara de fé para viver o incomum. Eu quero que você convide seus amigos, eu quero todo mundo em casa. E, antes que eu me esqueça, eu quero que você volte sempre.